Vista do Embalse El Yeso em Cajon del Maipo

10 dicas para planejar uma viagem de carro pela América do Sul

Há alguns meses, conseguimos materializar um projeto que há muito tempo estávamos considerando: viajar de carro pela América do Sul. Melhor definindo, uma viagem de carro pelo Cone Sul. Percorremos Brasil, Argentina, Paraguai, Chile e Bolívia. Carinhosamente, chamamos de a viagem da Terra da Garoa à Terra do Fogo, pois somos de São Paulo e fomos até o Ushuaia.

Voltamos recentemente e atualizamos o post para auxiliar os leitores em seus planejamentos. Com nossa experiência, a quantidade de dicas aumentou, mas resolvemos manter o número no título para não provocar o Google.



Planejando uma viagem de carro pela América do Sul

Como podem ver em outros posts, adoramos fazer road trips em nossas viagens mundo afora. O diferencial desta é que passamos por 5 países em 58 dias até voltarmos para casa.

A expedição foi em grande parte viabilizada pela parceria com a Mitsubishi Motors que, após avaliar nosso projeto, apoiou nos emprestando um Pajero 4×4. O veículo é sensacional e nos permitiu ir a todos os lugares planejados com muita segurança e conforto.

Muitos de nossos destinos foram bem tranquilos de transitar, contudo outros demandaram um carro melhor e mais apropriado que o nosso particular. Como exemplos, Salar de Uyuni, alguns passeios no Atacama, vinícolas nas colinas de Colchagua e Mendoza, Torres del Paine e atrações no Ushuaia.

O roteiro, considerando apenas o trajeto principal, contemplava 16.000km, mas circulamos por 20.400km. A partir de cada destino, fizemos as visitas locais e regionais.

Ao planejar uma expedição como esta, há muitos fatores que precisam ser considerados. São várias decisões e providências a serem tomadas e acredito que nossa experiência poderá ajudá-lo a programar viagens mais longas de carro. Listaremos aqui os pontos que nos chamaram a atenção e aprendemos na prática. Recomendamos que sejam providenciados com antecedência.


Dicas para viajar de carro pelo Cone Sul

Condição e preparação do veículo

Em nosso caso, recebemos o carro já com a revisão realizada, mas precisamos parar durante o caminho para uma revisão e troca de óleo. Como muitas cidades no trajeto são pequenas, já calculamos a quilometragem aproximada e nos informamos quanto à localização de concessionárias na região. Optamos por fazer em Bariloche, onde havia uma concessionária da marca, pois teríamos percorrido 10.000 km e acreditamos que seria mais barato que no Chile. Ledo engano de nossa parte. Depois descobrimos que a revisão teria ficado mais em conta no Chile. Explicaremos melhor nos posts da viagem, mas devido à crise financeira que a Argentina está passando, muitos produtos são mais baratos no país vizinho.

Caso decida viajar com seu próprio carro, é importante avaliar a situação geral do veículo e fazer uma manutenção preventiva, visando reduzir o risco de uma pane durante o trajeto. Seu mecânico pode ajudar a analisar potenciais problemas.

Identificamos também algumas exigências e restrições nos países por onde passaremos. Na Argentina, há alguns requerimentos que os carros brasileiros não atendem, como possuir 2 triângulos de sinalização e extintor de incêndio. O tal requerimento do cambão é factoide de policiais corruptos querendo solicitar propina. Há restrições quanto ao uso de películas de proteção e escurecimento de vidros tipo Insufilm em alguns países. Também não é permitido os ganchos de carretas, comuns no Brasil.

Esteja preparado para enfrentar esta realidade argentina. Fomos parados mais de 12 vezes por policiais apenas por verem a placa do carro do Brasil. Conseguimos passar ilesos de pagar “taxas” pois adotamos uma prática que inibiu a extorsão. Colocamos 2 câmeras tipo Gopro para filmar todas as vezes que nos aproximávamos dos policiais. Um voltada para a frente e outra interna, focando no motorista e janela. Era divertido observar a reação dos policiais ao perceberem as câmeras gravando, com a luz vermelha piscando. Apenas um mais desavisado veio tentar aplicar o golpe do cambão e, ao ser informado que estava sendo gravado, reconheceu que a lei não exige o dispositivo e nos desejou boa viagem.

Imagem das Câmeras usadas durante a viagem
Câmeras durante a viagem

Se desejar alugar um carro para o roteiro, observe que poucas locadoras permitem que cruze fronteiras dos países com os veículos. As que permitem requerem que sejam avisadas com bastante antecedência para que preparem a documentação requerida e irão cobrar uma taxa salgada para a emissão dos mesmos. Entre Chile e Argentina, é um pouco mais comum aceitarem mediante esta documentação complementar. Para a Bolívia, não encontramos uma locadora sequer que aceitaria.


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Documentação do veículo e dos viajantes

Identificamos requerimentos específicos de seguros para transitar com um carro estrangeiro em alguns países. Em relação aos que passamos durante a expedição, descobrimos ser necessária a Carta Verde na Argentina e no Paraguai e o SOAPEX no Chile. Para os viajantes, é preciso somente um RG emitido há menos de 10 anos ou passaporte. O motorista precisará apresentar também a CNH válida.


Moedas

É importante se planejar ter dinheiro em espécie durante a viagem. A quantidade de pedágios é enorme nos trajetos e, na grande maioria das vezes, nenhuma cabine aceitava cartão magnético, de crédito ou débito, ou moeda de outro país. Somente entre São Paulo e Foz do Iguaçu, gastamos R$184,00 em pedágios.

Para piorar, devido à crise econômica na Argentina, há muitos estabelecimentos, incluindo postos de combustível, que não aceitam cartão de crédito. Tivemos um conflito após abastecer quando entramos no país pela primeira vez. O frentista só nos avisou que só aceitavam dinheiro após encher o tanque. Deu trabalho negociar para ele receber.

Neste aspecto, tenha ciência que irá gastar um pouco a mais. Seria inseguro e inviável levar dinheiro vivo em pesos argentinos para toda a viagem. Neste caso, tenha ciência que as taxas para saque em alguns caixas eletrônicos são extorsivas. Chegamos a pagar até 12% do valor do saque.

A inflação está alta, então é comum aplicarem uma sobretaxa ao redor de 10 a 12% do valor do bem ou serviço para recebimento em cartão de crédito. Verificamos esta prática em hotéis, restaurantes, postos de gasolina, lojas de vinho e supermercados.

Há pedágios urbanos em Santiago e Buenos Aires. Nesta última você precisa pagar em espécie nas cabines de cobrança. Em Santiago, não existem as cabines e a cobrança é eletrônica pela placa do carro. É necessário contratar passe diário nos postos de combustível Copec por $6.800 pesos chilenos ao dia. Eles oferecem uma forma de contratação pela internet, mas exigem o RUT (CPF chileno), limitando a possibilidade para estrangeiros. Você pode adquirir o passe diário até 3 dias após o percurso sem acréscimo no valor. A partir daí, o valor vai subindo e, a partir do 20o dia, não há mais a opção. Será multado e o valor é alto. Com a integração dos países, é muito provável que a multa chegue rapidamente para você ou na locadora.


Vacinas e Seguro Saúde

Em alguns países poderão exigir o comprovante da vacina contra a febre amarela, portanto sugerimos providenciar com antecedência. Se tem dúvida quanto às exigências, consulte este post, onde explicamos como consultar sobre vacinas para viagem.

Seguro Saúde era outra importante precaução a se tomar, pois enfrentamos situações bastante distintas das nossas normais. Além de altitude, pegamos muito calor e frio extremos, havia sempre a possibilidade de um imprevisto e qualquer necessidade de intervenção médica poderia custar muito caro.

O valor de um Seguro Saúde na América Latina é bem justo pelo que oferece de segurança. Seriam grandes distâncias e uma eventualidade poderia requerer intervenções urgentes que custariam muito caro. Tínhamos o seguro para nos deixar mais tranquilos. Como o valor é bem aceitável, contratamos com a Seguros Promo , nosso parceiro nesta área. Recomendamos muito.

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Seguros Promo


Alguns cartões de crédito oferecem uma assistência de viagem por até 30 dias sem custo caso as passagens de avião sejam adquiridas através dele. Neste caso não se aplicava, pois iríamos de carro e ficaríamos mais de 30 dias. Se desejar maiores detalhes, veja as diferenças entre Seguro Viagem e Assistência de Viagem.


Planejar os pernoites

As distâncias entre as cidades base foram longas e desconhecidas. Desta forma, nos programamos para percorrer trajetos adequados e considerando a possibilidade de fazer rodízio ao volante, para não ficar cansativo demais. Em qualquer situação, é recomendado fazer uma parada a cada 2h no máximo, para levantar-se e permitir uma melhor circulação do sangue pelo corpo.

Como desejamos ter uma certa flexibilidade quanto ao tempo em cada parada, optamos por não reservar os hotéis com muita antecedência. Quando é possível fechar antes, é comum encontrar mais opções e valores mais atrativos para as diárias. Entretanto,  limita caso queira conhecer algo que não esteja em seu planejamento inicial.

Gostou das dicas? Deixe seu e-mail e seja o primeiro a saber das atualizações e novos destinos do Suas Próximas Viagens. INSCREVA-SE AQUI

Nós consultamos o booking.com e selecionamos 3 alternativas de hospedagem em cada cidade base nas datas estimadas em que pretendíamos visitar. Assim, quando fomos efetivamente fazer a reserva, já tínhamos uma pré-seleção e ganhamos tempo. Sem falar que a conexão com a internet durante a viagem nem sempre foi das melhores, pois há diversos pontos sem sinal de GSM.



Booking.com

Planejar o abastecimento em função da autonomia do veículo

Estávamos identificando onde havia postos de combustível no caminho, considerando uma métrica segura para o reabastecimento. Há longos trechos SEM  postos de combustível em algumas estradas por onde passamos, distantes em até 300km. Desta forma, adotamos como procedimento sempre abastecer quando o tanque chegava à metade de sua capacidade ou quando iniciávamos novo trajeto a partir de uma cidade base.

De todo o caminho, efetivamente apenas na Bolívia foi necessário utilizar galões externos de combustível pela falta de postos e no sul do Chile, na região do Parque Nacional Torres del Paine. Um carro com baixa autonomia teria problema nestas regiões.

Na realidade, desaconselhamos que considere dirigir pela Bolívia. Após a experiência, comemoramos o fato da seguradora do Pajero não ter cobertura no país. Desta forma optamos fazer o roteiro desde San Pedro do Atacama com a Turismo Caur, o que foi muito bom para nós. Foram aproximadamente 1.400km sem asfalto e, em muitos trechos, sequer uma pista. O motorista que nos acompanhou dirigiu sobre um terreno coberto de neve, sem marcação de direção. O passeio ao Salar de Uyuni foi fantástico e detalharemos em um post dedicado.

Alimentação para o trajeto

O básico foi contar com MUITA água fresca e alguns petiscos para consumo durante a viagem. Como cruzamos altitudes elevadas, devíamos estar hidratados para aliviar o soroche (mal da altitude). Levamos uma geladeira pequena para manter a água refrigerada e, quando possível, congelamos a garrafa no dia anterior, para manter fria por mais tempo. Na fronteira entre os países, todo e qualquer alimento fresco foi descartado. É proibida a entrada principalmente de frutas e verduras. Esta exigência é uma proteção à agricultura de cada país. Visando reduzir o tempo de deslocamento nos longos trajetos, adotamos o hábito de fazer lanches  no carro mesmo.

Arrumando as Malas

Para 60 dias de viagem, precisamos pensar neste aspecto com muito carinho. Se por um lado não tínhamos a limitação quanto ao peso das bagagens das viagens aéreas, por outro precisamos ser racionais e levar apenas o necessário. Foram várias cidades base e carregamos as malas com muita frequência. Ao mesmo tempo, como segurança não é um ponto forte nos locais da viagem, é desaconselhável deixar o carro exposto com muita bagagem aparente.

Buscamos hotéis que tinham garagem segura, para não precisarmos tirar toda a bagagem. Apenas de equipamentos fotográficos eram 25kg divididos em 2 malas e uma caixa.

Além disso, o desafio era maior pela amplitude térmica e diversidade de destinos.  Enquanto em alguns lugares do Atacama estava acima de 35oC, pegamos neve na Bolívia. Na Patagônia enfrentamos temperaturas próximas a 0oC e sensação térmica abaixo disso, pela umidade. E, apesar de passarmos por regiões áridas, também visitamos cidades e locais onde precisamos nos vestir um pouco melhor, como nas vinícolas de Colchagua e  Mendoza, além de restaurantes de cidades grandes, como Santiago e Buenos Aires. Um grande desafio sobre o qual falaremos com mais detalhes nos posts pós viagem.

Forma de localização e comunicação

Apesar de atualmente os celulares funcionarem como GPS, só isto não atenderia nossa necessidade de segurança. Em boa parte dos trajetos, não havia sinal de GSM por longos trechos. Em função disto, baixamos os mapas para funcionamento offline.

Nos 4 dias de Bolívia, tivemos conexão wifi apenas em uma noite em um hostel e nenhum sinal de GSM. Na estrada entre Bariloche e El Calafate ficamos 36h sem conexão alguma, mesmo tendo um chip de telefonia local. Adquirimos um chip da Movistar, que nos deu MUITO trabalho, e na região havia apenas antenas da Claro.

Em nosso caso, por precaução e experiência de outras viagens de carro, usamos o SPOT. É o aparelho laranja que aparece dependurado no espelho retrovisor na foto das câmeras. Trata-se de um sistema bastante interessante que, em uma eventualidade de risco a nossas vidas, poderíamos acionar o resgate através do sinalizador por satélite. Ao mesmo tempo, fez um tracking de nosso deslocamento, ajudando a documentar a viagem. Todos os dias enviávamos uma mensagem com nossa localização para a família saber que estávamos bem.

Imagem do rastreador SPOT Gen 3
SPOT Gen 3

Como se comunicar durante a Viagem

Hoje em dia este desafio está bem simplificado, contudo é necessário uma análise com atenção para não ter sustos na conta.

Algumas operadoras oferecem cobertura internacional por um custo competitivo, outras não. Como exemplo, a Claro possui o Pacote Américas, que promete funcionar como seu plano local. Foi muito bom durante os 30 dias iniciais de nossa viagem. Entretanto, avaliando o contrato, percebemos as entrelinhas : condição válida por 30 dias a cada 12 meses de contrato. Consultamos quanto custaria adicionar outros 30 dias, uma vez que a viagem levaria 2 meses. Fomos informados que custaria R$ 1.500,00 adicionais !!!

Deu um pouco de trabalho para ativar o chip do telefone da Sílvia nos primeiros dias, mas depois funcionou bem até desativarmos devido ao fim do período contratado.

O Chip Internacional da Easysim4U parece caro à primeira vista, contudo sabemos quanto vai custar antecipadamente e funciona em toda a região, com suporte em português. Outra vantagem seríamos  sair com ele instalado desde casa, permitindo habilitar o hotspot do celular e compartilhar os dados.

A terceira alternativa e potencialmente a mais econômica é adquirir um chip local. Entretanto, como passamos por 5 países distintos, esta opção seria muito trabalhosa. Principalmente quando estivemos na região da Patagônia, cruzamos a fronteira entre Chile e Argentina diversas vezes. Em cada país, precisaríamos encontrar onde comprar, nos informar quanto às características de cada serviço, como instalar, etc.

Não seguimos esta recomendação à risca e nos arrependemos. Tivemos muito trabalho com a Movistar (Vivo) na Argentina, pois perdemos mais de 5h nas 4 vezes que tivemos que voltar na loja em Bariloche para fazer funcionar o serviço. Para piorar, há locais no país onde o serviço oferecido é apenas de um provedor e para chegarmos ao Ushuaia, passamos novamente pelo Chile. Logo, ficamos muito tempo sem sinal de GSM. Recomendamos que não cometa o nosso erro.

Planejando as atrações

A Vino Eventos organizou visitas a diversas vinícolas que conhecemos na região do Valle de Colchagua e detalharemos as experiências nos posts de Enoturismo logo mais. Estávamos ansiosos, pois a seleção incluía praticamente as melhores vinícolas do Chile: Viu Manent, Casa Silva, Neyen e Lapostolle. As experiências foram MUITO acima das expectativas. Postaremos sobre nossas visitas em algumas semanas. também tivemos experiências sensacionais em vinícolas de Mendoza e arredores de Santiago.

Por que trouxemos estas atrações do roteiro no planejamento? Achamos importante comentar, pois precisamos ajustar formas de transporte dos hotéis até as degustações ou não ingerimos os vinhos nas degustações. A Lei no Chile quanto a “beber e dirigir” é ainda mais rigorosa que no Brasil e lá não existe jeitinho com os policiais rodoviários. Se tentar argumentar, muito provavelmente irá preso.

Foz de Iguaçu foi nossa saída do Brasil. Saímos de São Paulo no início de fevereiro e percorremos 900km no primeiro dia, dormindo em Cascavel. De lá seguimos com calma para Foz, onde ficamos hospedados no Wish Foz do Iguaçu, um de nossos parceiros no projeto. O hotel é sensacional e postaremos os detalhes em breve. Foi outra excelente surpresa. Já queremos voltar de férias para lá!!

Vista do pôr do Sol na Área Piscina no Wish Foz do Iguaçu
Área Piscina no Wish Foz do Iguaçu

Nosso destino seguinte foi o Deserto do Atacama, onde estivemos em 2017. Gostamos tanto que voltamos para descobrir ainda mais seus encantos. Entretanto, San Pedro do Atacama sofreu muito com as chuvas no inicio deste ano e muitos estabelecimentos ficaram alagados com a até 40cm de lama. Atualizamos o post da região para recomendar que, se for planejar uma viagem à região, deve evitar o período entre final de janeiro e começo de fevereiro.

A viagem foi incrível e transcorreu tudo tranquilamente, apesar das longas distâncias. Estamos preparando uma exposição das fotos, mais de 15.000 no total,  e uma palestra. Em breve enviaremos um convite aos nossos leitores cadastrados.

Conte nos comentários se esquecemos algo importante no planejamento ou se gostaria de alguma dica específica dos destinos por onde passamos.

Se sua praia não é uma road trip, há novidades no setor da aviação: Companhias Aéreas de Baixo Custo no Brasil.

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Nós frequentemente usamos estes serviços em nossas viagens e recomendamos. Em muitos artigos, deixamos de mencionar diversas empresas, pois não tivemos boas experiências com elas. Nosso objetivo é ajudar você a planejar suas próximas viagens para que sejam sensacionais!

 
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19 Comments

  1. Alan Wescley Barbalho Fonseca

    Olá! Gostei das dicas. Estou começando a planejar uma viagem parecida com essa. Gostaria de contar com o apoio de vcs. Se pudesse compartilhar o projeto comigo para que eu tivrsse uma ideia de como captar parceiro, eu ficaria extremamente grato.

    • Adriano Bolzani

      Alan, obrigado pelo feedback.
      Não podemos compartilhar o projeto, pois envolve cláusulas contratuais que não nos permite. Contudo o conceito é a contrapartida que você oferece aos parceiros. Você deve apresentar para eles o que teriam a ganhar apoiando o seu projeto. Em nosso caso, envolve a divulgação dos envolvidos no blog, que tem dezenas de milhares de acessos por mês, em todas nossas mídias sociais e um forte trabalho de assessoria de imprensa. Espero ter ajudado. Boa sorte em seu projeto.

  2. Lene Galindo Tagomori

    Boa tarde, gostei muito das postagens, viajo bastante, inclusive voltei em Março da Europa, fui pra Lisboa, e de lá alugamos um carro uma Mercedes para.percorrer o Sul e.Norte de.Poetugal e.Eapanha, e foi a melhor coisa que fiz na minha vida, sempre v8ajamos, conheço Asai, Dubai e Japão, conheço a Europa.quase todas e dessevez resolvemos alugar um carro, mas no Brasil nunca fiz nada de carro e estou pretendendo ir a Uruguai, Paraguai e Argentina de carro, sou tb de São Paulo, e devemos ir agora em Julho, depois da minha formatura, vamos com meu carro eu tenho um Kicks o top, tem tudo, e queria saber como são as estradas, porque na Europa as estradas são bem vazia e sem.complicacao nenhum, e tb lá podemos correr até 240km, e fiz 200kg então fazia de uma cidade pra outra Em 545km, foi a melhor coisa da minha vida, se puderem me dizer como é a estrada agradeço, eu tenho um pouco de receio de lugares aqui até.chegar na América do Sul, obrigada me chamo Lene Tagomori Meu email lenetagomori@gmail.com

    • Adriano Bolzani

      Olá Lene, muito obrigado pelo feedback.
      Temos postado sobre as estradas que percorremos, conforme vamos escrevendo sobre os destinos.
      De uma forma geral, conhecemos muito pouco das estradas no Paraguai e, infelizmente, tivemos que cortar o Uruguai de nosso projeto pois precisamos antecipar o retorno na Expedição Cone Sul.
      Quanto às estradas na Argentina, podemos dizer que se comparam com as do Brasil. Há algumas muito boas e outras em situações “complexas”.
      Minha sugestão é que monte seu roteiro no google maps e veja como ele traz as condições das estradas que irá percorrer. As estradas em SP, Paraná e SC estão em muito bom estado. No RS e norte da Argentina requerem mais atenção devido às condições do asfalto. Uma boa viagem para você.

  3. Olá. Tenho um carro igual ao que vcs usaram. Houve algum problema mecânico ou algum imprevisto com o carro que vcs usaram?

    • Adriano Bolzani

      André,
      O carro foi uma muito agradável surpresa. Não tivemos problemas algum e foi bem confortável. Houve a ocasião que percorremos 3250km desde o Ushuaia até Buenos Aires em 3 dias e terminamos o trajeto sem dores pelo corpo de tanto tempo dentro do carro. Mais do que recomendo. Já coloquei o Pajero Sport na lista de opções quando for trocar o meu carro.

  4. Graziella Fiori

    Oi!! Eu e meu companheiro, que somos do RS, iremos viajar de carro até o “fim de mundo” em novembro, com retorno pela carretera austral. Já fizemos outras viagens longas e a dúvida quanto a forma de “estocagem” e utilização da grana é sempre nossa parceira..kkkk Na última que fizemos rodamos mais de 13.000km, em 42 dias e ficamos doídos com os gastos nas taxas de saque do cartão pré-pago (Visa Travel). Levamos um pouco de dólar e o cartão pré-pago, porque achamos que usar o cartão de crédito não seria a melhor alternativa e carregar muitas notas totalmente desaconselhável. Então, como vocês administraram essa situação? Alguma dica?
    Ah! Tá muito tri este espaço, muita informação legal, imagens sensacionais e textos super bem escritos!

    • Adriano Bolzani

      Graziella,
      Muito obrigado pelo feedback. É gratificante.
      Quanto à suas dúvida, realmente é um desafio operacional / financeiro para o projeto. Da mesma forma que você, levamos um pouco de dólares em notas, mas poucos, por um motivo de segurança. Em virtude disto, ficamos reféns das instituições financeiras e impostos. A solução que adotamos foi enviar um valor para nossa conta corrente internacional, que para isto pagamos menos IOF. Dai sacávamos ocasionalmente nos caixas eletrônicos dos locais, quando precisávamos de papel moeda. De qualquer forma, pagávamos a taxa que o caixa eletronico cobra e a taxa do banco do USA. Apesar das taxas, é a operação mais segura e prática para uma viagem tão longa.
      Devido a crise econômica na Argentina, há muitos estabelecimentos que não aceitam cartão de crédito ou débito internacional. E, quando os fazem, chegam a cobrar 20% de acréscimo. Neste caso, você tem que avaliar o que é mais vantajoso. Tivemos este impasse diversas vezes durante o trajeto.
      Nas próximas semanas, estaremos publicando posts de cada ponto-chave da viagem. Espero que ajude em seu planejamento. Abração

      • Adriano Bolzani. Muito bom seu post, tenho essa vontade de fazer uma viagem pela America,
        Minha ideia é ir com uma KIA besta a Diesel, de 16 lugares mas sem os bancos traseiros,
        estava planejando a algum tempo, mas acabei me divorciando.
        seria bom ir sozinho??
        Me de mais algumas dicas , por favor.

      • Silva,
        Muito obrigado pelo seu feedback. É gratificante saber que conseguimos ajudar a outros viajantes.
        Quanto a ir com o Kia, creio que será uma mão na roda se fizer pequenas adaptações para lhe permitir pernoitar no veículo se desejar e economizar. O diesel na região é de boa qualidade e com um custo razoável.
        Sugiro que arrume uma companhia de viagem, assim poderá aproveitar melhor dos destinos e também dividir a direção nos longos trajetos.
        Quanto aos valores, vai depender muito do seu estilo de viagem e gastos com hospedagem e alimentação. De pedágio e combustível nós gastamos aproximadamente R$ 9100 de combustível e R$ 1020 de pedágio.
        Abração

      • Também gostaria de saber, se possível o custo total aproximado da viagem, para ter um parâmetro de quanto levar.

  5. Francisco Gonçalves

    Bom dia, Companheiro
    Gostaria muito de obter mais informações sobre sua viagem pela america do sul, o qual pretendo realizar no ano que vem, como vi um relato de que vcs estarão realizando uma exposição em Sao Paulo, gostia de obter informações dos dias da sua exposição.
    Atenciosamente,
    Francisco.

    • Adriano Bolzani

      Prezado Francisco,
      Recém chegamos da viagem e em mais algumas semanas iremos atualizar este post e publicar muitos outros. Há um imenso trabalho pela frente.
      Em poucos dias devemos ter a confirmação da data e local da mesma e iremos comunicar através de nossas mídias o convite.
      Por favor se inscreva no mail do blog, que tão logo confirmemos, iremos convidar nossos leitores.
      Um grande abraço

  6. Tamirys Padovani

    Bom dia,

    Estaremos fazendo essa viagem mais para o final do ano e estou super curiosa para receber suas dicas.

    Se tudo der certo estaremos na exposição de vocês para que possamos, pessoalmente, conversar e receber mais dicas.

    Estamos ansiosos para essa viagem, será menor mas pretendemos passar por 5 países.

    Att Tamirys Padovani

    • Adriano Bolzani

      Olá Tamirys,
      Desculpe a demora em responder, estávamos na estrada, subindo desde o Ushuaia para Buenos Aires.
      Será um prazer recebe-los na palestra e podermos compartilhar as dicas e fotos. É provável que até o evento ainda não tenhamos conseguido preparar todos os posts, mas nos esforçaremos e, as fotos precisarão estar prontas de qualquer jeito kkk. Por enquanto são apenas 13000 fotos que precisaremos selecionar e trabalhar 🙁
      De qualquer forma, este post em específico será atualizado em breve, pois aprendemos muito durante a viagem e iremos compartilhar este conhecimento.
      Abração.

  7. Jurandir Vieira

    Boa noite, tenho em meus planejamentos uma viagem longa tipo a sua e pretendo percorrer a média de 770Km em um dia e descansar dois dias, então como foi seu planejamento de percurso diário.
    Um abraço.

    • Adriano Bolzani

      Jurandir,
      Obrigado pelo contato. Houve ocasiões em que dirigimos 2 dias seguidos de 700km para atingir os destnos “base” onde em geral, ficamos de 3 a 4 dias trabalhando. Tem sido muito cansativa a viagem. Deveríamos ter incluído descansos sim. No total deveremos percorrer mais de 21.000 km pela estimativa atual. Chegamos hoje ao Ushuaia, completando 14.400km percorridos.
      Depois da viagem, postaremos muitas dicas dos destinos e dos percursos.
      Abraço

  8. Muito bom o planejamento, será útil para uma viagem que eu e minha esposa pretendemos fazer a partir de setembro, também de carro e com um roteiro similar. Caberia detalhar melhor a questão das finanças, já que no trajeto irão lidar com moedas diferentes e nem sempre terão acesso a serviços eletrônicos bancários. Não estou dizendo para relatarem como de fato irão lidar com essa questão, mas o texto poderia explorar as alternativas existentes para administrar o dinheiro necessário para a viagem. Por enquanto, obrigado pelo compartilhamento.

    • Adriano Bolzani

      Marco,
      Muito obrigado pelo feedback e sugestão.
      Na realidade pretendemos relatar no detalhe, tudo que passamos e sugestões para evitarem algumas falcatruas. Contudo vai levar um tempinho para isto, pois estamos no meio da Expedição Cone Sul, vivenciando na prática todas as dicas sugeridas no post.
      Te peço somente um pouco de paciência. Deveremos estar de volta ao Brasil na 1a quinzena de Abril.
      No meio de Maio, faremos uma exposição no Shopping JK de São Paulo, sobre a nossa viagem, com muitas fotos e contando as curiosidades da mesma. Se desejar ir, desde já sinta-se convidado. Mande-nos um email e lhe confirmamos a data e horário assim que for acertado pela equipe de mkt.
      Abraço

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