Pórtico de Joinville

Joinville – Cidade dos Príncipes, Flores e Dança

Uma cidade grande, com ares e charme de pequena, localizada entre a serra do mar e a bela Baía de Babitonga. Assim é Joinville, maior cidade catarinense, polo industrial e maior PIB do estado. Colonizada principalmente por alemães, suiços e noruegueses, evidencia estas influências em sua arquitetura, arte, cultura e gastronomia. Vale fazer uma viagem para Joinville e conferir de perto o delicioso resultado destas ascendências na região.

Conhecida como Cidade dos Príncipes, foi oferecida como dote de casamento de Francisca Carolina, filha de D. Pedro I, a François Ferdinand Philippe, Príncipe de Joinville (França). Em 1849, Philippe cedeu parte de suas terras à Sociedade Colonizadora de Hamburgo, dando início ao estabelecimento da colônia alemã 2 anos depois. Como curiosidade, os príncipes nunca residiram na região.

Apesar de sua importância econômica, não se parece com uma metrópole. Mantém uma identidade única, abrigando grande reserva de Mata Atlântica e mesclando edifícios contemporâneos com instalações históricas. Como parte da herança cultural europeia, é chamada também de Cidade das Flores. O clima e o zelo da população contribuem para esta fama, havendo um prestigiado Concurso de Jardins. A Festa das Flores, realizada em novembro há quase 80 anos, exibe anualmente mais de 4.500 exemplares, especialmente orquídeas.

 

 

Aliás, Joinville deveria ser conhecida como terra dos Festivais, pois há festas e eventos tradicionais acontecendo durante o ano todo. Além das Flores, os mais concorridos são o Festival de Dança, em julho, e os Festivais Gastronômicos de Verão e de Inverno, respectivamente em janeiro e agosto.

 

Como Ir

Localizada a 120 km de Curitiba e 180 km de Florianópolis, Joinville é facilmente acessada através da BR 101. A cidade possui um aeroporto para voos domésticos localizado a apenas 13km do centro da cidade. Recebe voos diretos a partir das principais cidades brasileiras diariamente.

 

Quando Ir

O ano todo! A região, de clima quente e temperado, apresenta temperatura média de 21oC ao longo do ano. Durante o verão, as mínimas ficam em torno dos 20oC e máximas de 29oC. Espere encontrar mínimas de 12oC e máximas de 20oC nos meses de inverno.

Ao visitar a cidade nos meses mais quentes, esteja preparado. Principalmente no verão, a cidade faz jus ao carinhoso apelido de Chuville ou Chuvaville. Para eternizar este momento, você encontrará camisetas divertidas com os dizeres “Eu Peguei Chuva em Joinville” nas lojas de lembracinhas da cidade.

 

Onde Ficar

Ficamos hospedados no Mercure Prinz, da rede Accor, e tivemos uma ótima experiência. A localização é um diferencial, em um dos melhores bairros da cidade, com vários restaurantes a poucos metros de distância.

Os quartos são amplos e confortáveis, o café da manhã tem boa diversidade e o serviço muito bom. Durante o check-in, recebemos várias dicas de passeios e bons restaurantes na região, inclusive com descontos por sermos hóspedes.

 

 

Como única ressalva, o estacionamento foi cobrado à parte e não fomos informados sobre isto. A prática é pouco comum em hotéis deste nível no Brasil e nos surpreendeu negativamente.



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O Que Fazer em Joinville

A cidade proporciona a seus visitantes vários tipos de atrações. As boas-vindas de uma viagem para Joinville começam pelo Pórtico da entrada principal, em estilo enxaimel, de influência alemã e holandesa. Sede da Secretaria Municipal de Turismo, distribui dezenas de folhetos turísticos e surpreende os menos avisados sobre a quantidade de passeios disponíveis na região. Ao lado, o fotogênico Moinho abriga uma das unidades da Opa Bier, uma cervejaria artesanal local.

 

 

Rua das Palmeiras

A Alameda Brustlein é um dos cartões postais de Joinville. O acesso ao Museu da Imigração foi projetado para impressionar o Príncipe François Ferdinand, que adorava as palmeiras, mas nunca esteve na cidade.

As sementes foram trazidas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e as 56 primeiras palmeiras imperiais plantadas há quase 150 anos. Hoje são um total de 89, e a rua serve como cenário para muitos ensaios fotográficos de noivos, enamorados e turistas. No meio da alameda há ainda um busto de D. Francisca e um caprichado caminho contornado por flores coloridas. No entanto, há no entorno casas em obras e pichações, comprometendo a beleza da área.

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Museu Nacional da Imigração e Colonização – MNIC

Localizada em frente à Rua das Palmeiras, a bela construção foi projetada em 1870 para ser a sede da administração da Colônia D. Francisca. O edifício foi tombado pelo IPHAN – Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1939.

Também conhecido como Maison Joinville, é às vezes chamado indevidamente de Palácio dos Príncipes, pois nunca houve a intenção de que fosse residência oficial da realeza.

O Museu Nacional da Imigração e Colonização é o principal museu da cidade e abriga um acervo de mais de 5.000 peças referentes ao processo histórico de imigração e colonização do sul do país, principalmente documentos, móveis e utensílios. Possui exposições permanentes ilustrando a vida rural do final do séc,. XIX. O complexo conta com uma típica casa enxaimel, o Galpão de Tecnologia Patrimonial, com modelos de engenhos, o Galpão dos Transportes e o Auditório Dona Francisca. Aberto de terça a domingo, das 10h às 16h, com entrada gratuita.

 

 

Estação da Memória

A antiga Estação Ferroviária de Joinville, ou Estação da Memória, foi inaugurada em 1906 e permaneceu ativa por mais de 90 anos. Um ícone da história ferroviária do país, foi restaurada em 2008 e tornou-se um belo espaço cultural, rendendo boas fotos. Apresenta aos visitantes móveis e bilheterias preservados, além de modelos da decoração original do local. Foi tombada pelo IPHAN em 2008. Aberta de terça a domingo, da 10h às 16h, com entrada gratuita.

 

 

O local abriga também o excelente Museu da Bicicleta, temporariamente fechado para manutenção.

 

Mirante do Morro Boa Vista

O mirante é um dos pontos turísticos mais jovens da região. Inaugurado em 2016, está a 250m de altitude, em meio a uma área de preservação ambiental da Mata Atlântica.

Como não é permitida a entrada de carros de passeio no morro, a opção é subir através de uma linha de ônibus que circula a cada 20 minutos nos finais de semana e 40 minutos nos dias úteis. Se você tiver condicionamento e coragem, pode encarar a subida a pé até o mirante.

Para acessar a plataforma de observação, a 14m do solo, há escadas e um elevador. Proporciona 360o de visão sobre a cidade e a vista da Baía da Babitonga é muito bonita. No lado oposto, antenas retransmissoras atrapalham um pouco. Aberto diariamente das 7h às 19h, com entrada gratuita.

 

 

Barco Príncipe III

Nenhuma viagem para Joinville está completa sem este passeio, o mais tradicional da região. Apresenta aos turistas a beleza natural e exuberante da Baía de Babitonga.  O grande barco turístico, com capacidade para 350 passageiros, sai de Joinville e navega pelas 14 ilhas da bela enseada.

O ponto de chegada é a histórica cidade de São Francisco do Sul, uma das cidades mais antigas do país, descoberta em 1504 por uma expedição francesa. Os visitantes têm 1:30h para explorar um pouquinho de seus encantos.

Carinhosamente chamada pelos locais de São Chico, a cidade parece ter parado no tempo, com seus casarios coloridos contrastando com a Mata Atlântica preservada. Seu Centro Histórico também é tombado pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico Nacional.

Para quem gosta de música ao vivo, o barco promove showzinhos animados durante o trajeto. O almoço, incluso no valor do passeio, oferece diversidade e boa comida. São cobrados à parte apenas extras, como bebidas, sobremesas e cafés.

Por ser muito procurado, é aconselhável fazer as reservas antecipadamente, principalmente na alta temporada. Contato pelo site oficial do Barco Príncipe ou telefone (47 3455.4444). A partir de R$ 158 por pessoa, com descontos para grupos e crianças até 12 anos.

 

 

Joinville e a Dança

Joinville é também a Capital Nacional da Dança, título oficial concedido pelo presidente Michel Temer em julho de 2017. Mas esta conexão da cidade com a arte é antiga. Há mais de três décadas, a cidade abriga o maior Festival do mundo, constando no Guiness Book pela façanha.

Todos os anos, a cidade atrai no mês de julho aproximadamente 6.000 bailarinos e 200.000 espectadores. Os estilos das apresentações vão do clássico ao street dance. O Festival acontece no Centreventos Cau Hansen, casa com estrutura para até 3 espetáculos simultâneos e público de 10.000 pessoas.

Escola do Teatro Bolshoi no Brasil

Grande orgulho dos joinvilenses, a cidade é sede da única unidade fora da Rússia de uma das mais conceituadas companhias de balé do mundo, a Escola do Teatro Bolshoi. Para entender a importância do projeto, imagine que a sede na Rússia reúne 3.000 bailarinos e apenas 7 estrangeiros, sendo 4 brasileiros.

A unidade de Joinville, inaugurada em 2000, possui 228 alunos e é uma instituição sem fins lucrativos. Mantida principalmente por patrocinadores, com mais de 50% de participação, recebe também importante apoio do Governo de Santa Catarina (39%).

A seleção dos alunos é extremamente rigorosa e dividida em etapas. O último processo seletivo contou com 60 candidatos por vaga, acima da concorrência nos vestibulares das melhores faculdades do país. Participam crianças de 9 a 11 anos de todo o Brasil e alguns países vizinhos interessados em aprender o método vaganova.

Visita ao Bolshoi

O Bolshoi abre suas portas para visitas guiadas, desde que você agende com antecedência por email. Se tiver disponibilidade em dias úteis, poderá ver alunos durante aulas e ensaios.

Recomendamos muito que conheça a Escola! A visita foi o ponto alto do nosso passeio em Joinville. Apesar do pouco tempo, aprendemos sobre a história por trás da iniciativa, o processo seletivo, a rotina dos alunos e a estrutura disponível.

O encanto começará ainda na entrada, no Espaço Cultural, onde um dos principais patrocinadores mantém belas exposições fotográficas realizadas com os bailarinos. Localizada no Centreventos Cau Hansen, a unidade dispõe de 6.000m2, em um espaço cedido pela prefeitura de Joinville. Salas com piso especial para dança, estúdios acústicos de piano (todos os alunos estudam), salas para aulas teóricas, ateliê e outras instalações impressionam. O núcleo de saúde demonstra toda a atenção dispensada aos alunos.

Porém, o que mais inspira e emociona é o lado humano do projeto. São muitas as histórias de sucesso de bailarinos da Escola que ganharam o mundo. A formação dura 8 anos, tempo necessário para lapidar o talento com paixão, disciplina e determinação. Como resultado, a arte realiza sonhos e muda para melhor a vida destes jovens.

Quando for visitar a Escola, vamos torcer para que tenha a sorte de ser acompanhado pela Albenize. Há 16 anos à frente da área de comunicação do Bolshoi, ela transmite toda a emoção e energia de quem vive para a arte. Seus relatos apaixonados transformaram o que poderia ter sido uma simples visita em uma experiência única e inesquecível. Deixou claro que o Bolshoi sabe recrutar e reter talentos, dentro e fora dos palcos.

 

 

Onde comer em Joinville

O que nos impressionou à primeira visita foi a grande quantidade de cervejarias artesanais e enotecas na cidade. Mesmo antes de experimentar, sabíamos que beberíamos bem na cidade.

Choperia Biergarten

Inaugurada em 2001,  é reconhecida como a choperia oficial de Joinville. A casa germânica recebe seus visitantes com uma simpática frase em alemão, dando boas-vindas aos amigos de todas as nacionalidades. O ambiente é agradável e descontraído, tendo até um trenzinho elétrico suspenso passeando sobre as mesas. Chopp e cerveja de diversas marcas e nacionalidades são as estrelas da casa.

Especializada em pratos típicos, seu cardápio oferece também opções de pratos para crianças ou pessoas que não apreciam a culinária alemã. Como entrada, sugerimos experimentar a deliciosa linguiça recheada com provolone ou o Hackepeter, primo alemão do steak tartare, preparado na própria mesa. Kassler e eisbein (lombo defumado e joelho de porco) e marreco recheado são especialidades bastante apreciadas. Para terminar com chave de ouro, há sobremesas enormes e deliciosas, que podem ser divididas. O strudel faz jus à fama – recomendamos!

Sugerimos reservar com antecedência, pois a Biergarten é muito concorrida.

 

 

Mad Dwarf Brew Pub

Para os amantes de cerveja, esta é uma das portas do paraíso! Com unidades em Joinville, Camboriú e Blumenau, a Mad Dwarf é uma bela representante da tradição cervejeira catarinense.

O ambiente pequeno em estilo inglês esconde uma diversidade absurda, oferecendo cervejas de todos os estilos, cores e sabores. Apesar da maioria ser de fabricação própria, utilizam ingredientes importados de vários países. Logo na entrada, o enorme quadro de opções deixa claro que será difícil fazer suas escolhas. Uma super pedida para matar as saudades dos pubs europeus.

 

 

Confeitaria Amor e Canela

Entre as inúmeras confeitarias da cidade, a Amor e Canela se destaca pela qualidade de produtos artesanais. No térreo você pode se divertir com a variedade de pães, simples e recheados, tortas e doces. O segundo andar reserva um espaço acolhedor e um belo buffet para almoço ou café. São tantas as boas opções que o difícil será escolher o que comer. O doce de banana típico da região, banoffee pie, é imperdível e  deixa saudades. Cafés e capuccinos também são servidos com capricho.

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Ah! Cucaria

Ir ao sul do país e não comer uma boa cuca chega a ser heresia. Para quem não conhece, são tortas de massa fresca e macia, normalmente adocicadas, típicas da gastronomia alemã. Se for para prová-las em Joinville, tem que ser na Ah! Cucaria. As receitas premiadas e aprovadas agradam a todos. Os recheios são os mais diversos, como uvas, banana, maçã e coco. Sempre fresquinhas, as tortas são produzidas diariamente com ingredientes de qualidade, principalmente orgânicos. Depois de conhecer a casa, com certeza vai levar doces recordações da sua visita à cidade.

 

Display do Ah Cucaria em Viagem para Joinville
Display do Ah! Cucaria

 

Se você tiver mais alguns dias por Santa Catarina, recomendamos conhecer também a cidade mais alemã do Brasil. Saiba tudo sobre o que fazer em Pomerode neste post completo da Carol, do blog Vamos por Aí.

Não deixe de conhecer a bela capital do Estado. Florianópolis, ou Floripa, tem muitos encantos. A ilha oferece praias incríveis, trilhas, gastronomia diferenciada e muito mais. Para planejar sua visita e saber tudo sobre o que fazer em Florianópolis, veja este texto super completo do Tire a Bunda do Sofá. Se seu próximo destino for para o norte, veja o que fazer em Curitiba, também deste blog bem descontraído.

 

Pensando em outro destino no Sul do Brasil, vá conhecer a Serra Gaúcha e o Vale dos Vinhedos ! São passeios incríveis.

 

Serra Gaúcha – O melhor de Gramado e Canela

 

Vale dos Vinhedos Bento Gonçalves – A Toscana Brasileira

 



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12 Comments

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  3. Muito boa a matéria, Parabéns!!! As fotos ficaram lindas!

  4. Que show!!!! maravilhosa abordagem da cidade! Realmente conseguiram captar a essência de Joinville e conhecer os principais pontos em poucos dias. Obrigada por esta linda divulgação.

    • Daniele, obrigado por visitar nosso blog e pelo feedback. Foi um prazer visitar Joinville. A cidade é um encanto e fomos muito bem acolhidos por todos.

  5. Parabéns pelo post Sil ! Através das suas palavras me deu vontade de entrar no carro e rumar para Joinville, que ainda não conheço.

    • Você vai adorar Joinville e a conexão que a cidade tem com a dança! Conhecer o Bolshoi é uma experiência emocionante e imperdível, principalmente para quem admira arte, como você. A energia do lugar é contagiante. Inclua em seu roteiro quando puder e marque a visita à Escola. Sempre muito bom receber sua visita e incentivo. Um beijo grande.

  6. Celso Renato de Lima

    Silvia,
    Excelente post. Moro em Joinville e cheguei no seu blog para ver seus comentários sobre o Bolshoi e me surpreendi com os detalhes. Adoro morar aqui e você representou muito bem isto.
    Faço apenas uma correção – o mirante que você retratou não fica na Serra Dona Francisca, mas sim no Morro do Boa Vista. A Serra Dona Francisca é outra atracação, uma estrada que liga Joinville a serra do Norte Catarinense. Lá também tem um mirante. Vale a pena visitar na próxima ver que vier.
    Parabéns novamente pelo blog!
    Celso

    • Celso, agradecemos por visitar nosso site e avisar sobre a informação equivocada! Já corrigimos, obrigada. Ficamos muito felizes por agradar a um morador da cidade, com olhar bem mais apurado que o nosso sobre a região.

  7. Sensacional!!!!! Nunca via minha cidade tão bem descrita, escrita e registrada!!! Parabéns por esse apurado olhar de viajante profissional!!

    • Que elogio gostoso de receber! Vindo de uma jornalista tão querida e competente, vale em dobro. Importante ressaltar que nosso encantamento com a cidade é responsabilidade sua. Tivemos a oportunidade de conhecer estes lugares sensacionais e fomos muito bem recebidos graças ao carinho com que você organizou nossa visita. Créditos 100% da nossa anfitriã!!! Um beijo grande e, mais uma vez, muito obrigada por tudo.

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